só mais um bocado
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– não podia estar mais em desacordo com o que disseste.
– então?
– então o quê?
– não podias?
– talvez, mas só mais um bocado.
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– não podia estar mais em desacordo com o que disseste.
– então?
– então o quê?
– não podias?
– talvez, mas só mais um bocado.
– Então e vão namorar?
– Acho que sim. A mãe dela adora-me!
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– Fui tomar o pequeno almoço ao Jardim dos Namorados
– Com quem?
– Não interessa
– Espero que tenhas levado um livro. Mais vale do que ires sozinho.
– Não estava sozinho. Precisava de pensar.
– Em quê?
– Em ti.
(…)
– Pensaste o quê?
– Que não quero voltar ao jardim sozinho.
*que poderia ter acontecido
Tags: cinema
Eu: Quero ser cremado
(dito, talvez, a pensar alto e, ainda, no filme que vi ontem no cinema. As palavras sairam sem que tivesse tido muito tempo para pensar nelas. Quero, mas não era o tema de conversa que queria. Saiu-me… E agora?)
Mãe: Eu também.
(huh?! A sério? E agora?…)
Eu: Olha, toma-te!
(ainda penso no “e agora”…)
Mãe: E é muito importante para mim. Tu tens de dizer a mais alguém.
(hmmmmmm…)
Eu: Vou pôr no blogue.
Mãe: Ó Tiago, isso é lá coisa para meter no blogue? Não digas disparates
(pois… talvez não seja, mas…)
Tiago: Belo dia que está hoje!…
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Várias razões concorrem para o facto de ser amigo de todas as minhas ex namoradas.
A principal é ter deixado de namorar com todas elas
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gosto de conversar contigo.
fico sempre com novas ideias para posts…
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– a vida não é amor e uma cabana.
– não?
– não. e, nas relações, há que separar o acessório do fundamental
– para mim o fundamental é a cabana. acessório é o amor
– parvo
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– tentei explicar-lhe mas acho que não ficou nada
– fizeste “republish”?!
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– estás diferente…
– achas?
– sim… mudaste de template?!
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– uma pessoa triste não faz sombra a ninguém
– pois… esta massa…
– não percebi
– a massa…
– a massa? ouviste alguma coisa do que disse?
– sim claro. tens frio.
– tens frio?
– frio? não. aqueces-me o coração
– não sejas parvo
– esses cogumelos são enlatados?
– se és feliz, especialmente com alguém, há sempre quem queira um pouco da tua felicidade
– eu quero um pouco desses cogumelos
– tens de te proteger. eu sei que tu
– da-me um
– trouxeste
Juntos criaram a ilusão de que o tempo não lhes existe. Juntos moldaram um espaço sem nenhuma das leis do universo. Juntos existiram. Juntos fizeram sombra ao mundo.