amores
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Ia, pelo caminho, a recordar algumas imagens e cheguei a casa para ler o comentário da glory. Olha, tá giro, pensei. Por outros acasos e coincidências, que a esta prosa não interessa, não me fui deitar sem tirar um coelho da cartola e… Olha, tá giro, pensei outra vez. Depois sim, fui-me deitar. Tudo ontem. Foi uma azáfama que só visto.
Há uns dias nisto, desde esta cruz que, seja dito, não é uma cruz que me pese.
Temos o nosso passado, temos as nossas recordações, mas, felizmente, não temos a possibilidade de voltar atrás e viver tudo de novo. Nunca quis. O meu passado com ela foi o que foi. O presente e futuro não é pior, nem melhor, é uma incógnita. De qualquer forma, foi uma boa história, a nossa.
Coimbra é, para mim, como um amor de Verão. Encontrei-a, vivi-a, beijei-a, senti-lhe o cheiro e parti sem nunca lhe encontrar um defeito. Assim ficou.
coimbra é a cidade do meu coração. no passado, no presente e no futuro. tem a capacidade de me deslumbrar ainda que seja pequena e monótona. quando for colocada e for viver para outro lado vou ter saudades das pessoas e dela, da cidade. É a minha casa. Conheço-lhe os corredores e as divisões.
como é que eu poderia não ter a cidade na coração? isto é o que eu vejo, todas as noites. é ao pé de casa. é onde todos os dias se juntam os amigos.
(pronto, as pétalas de rosa pelo chão só nos anos pares)
http://www.culturacentro.pt/museuit.asp?id=101#