A propósito de uma conversa escrevi isto e ficou combinado que o Gonçalo me emprestaria um determinado livro para aprofundar a matéria dada. Uns dias depois, após uma conversa com a Ana, escrevi sobre acasos e coincidências. Em nenhuma altura durante a conversa com o Gonçalo se falou de acasos ou coincidências, mas, quando me deixou o livro na secretária, deixou também uma dedicatória. Entre outras palavras, escreveu:
Espero que represente para ti a “coincidência” que representou para mim
Leu o meu post, pensei. Ontem comecei a ler o livro. Percebi que a dedicatória não vinha a propósito do que tinha escrito, mas do que estava a ler.
Coincidências lixadas.