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De facto, há alturas em que é preferível, mas não hoje. Quem tem amigos ou familiares em Londres sabe que notícias, hoje, é o mais importante. Boas!
Espero que o Sol brilhe forte hoje em Londres. E também, aqui, não há notícias do PS…
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De facto, há alturas em que é preferível, mas não hoje. Quem tem amigos ou familiares em Londres sabe que notícias, hoje, é o mais importante. Boas!
Espero que o Sol brilhe forte hoje em Londres. E também, aqui, não há notícias do PS…
Há uns anos trabalhei, durante uns meses e enquanto estudava, na Reuters em Lisboa.
O trabalho era simples, mas implicava alguns sacrifícios. O pior deles todos: acordar às seis da manhã. Quem anda na universidade e se envolve em eventos sociais (festas, festas ou festas) dificilmente conhece a dificuldade em deitar-se às 4 da manhã e acordar à seis, para trabalhar. Nessa altura tive uns meses de vida regrada, embora num ou outro dia tenha andado a bater com a cabeça no monitor cada vez que os olhos se fechavam.
Chegava de manhã e ia levantar os jornais do dia ao quiosque do centro comercial que tem montra para a Av. Fontes Pereira de Melo. Como não tinha chave a Sra. da limpeza deixava-me entrar e eu era, desta forma, o primeiro a chegar ao escritório. A meio da manhã, por volta das 8, já depois de ter dado abertura de algumas coisas de que já não me recordo o nome, voltava a pegar nos jornais e fazia uma recolha das principais notícias para introduzir no sistema.
Não era raro o dia em que o pessoal do escritório pegava nos jornais e começava a comentar determinadas notícias que só saíam no DN, sempre relacionadas com a Lusomundo, sempre em destaque, sempre no DN.
O Barnabé tem razão. Esta não é relacionada com a Lusomundo, mas o princípio é o mesmo. É preciso estarmos atentos.
Obrigada, Tiaguinho.
Beijinho grande