Vou passar a ir mais ao cinema e provavelmente vou também passar a escrever mais sobre cinema. Corrijo. Vou passar a ir mais ao cinema e provavelmente vou passar a escrever mais. Não quero escrever sobre cinema. Quero escrever sobre sensações e experiências, isso sim. A esse propósito, National Treasure: Book of Secrets não foi uma experiência muito boa. Este não é o filme ideal para quando não se tem nada para fazer, é o filme ideal para quando não se consegue fazer nada. Em dias em que o pequeno almoço é servido às três da tarde, mexer a cabeça é doloroso e pensar é uma ilusão, aqui está um filme que pode ser a alternativa ao TOP+ ou a uma qualquer outro filme da TVI. Numa palavra: ressaca. Podem dar-lhe outro nome, mas ambos sabemos que há alturas em que estamos em stand-by, não apetece pensar, não conseguimos, e precisamos de nos rodear de facilidades. Comida pré cozinhada no congelador. Coca-cola. Sofá. National Treasure: Book of Secrets
Tem a Diane Kruger, é verdade, mas nem assim, e assim é muito, vale mais.
