willing and able
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Sabia contar a história como se a tivesse aprendido na escola. Sabia-a melhor. Adamastor, os Lusíadas e o seu autor, o Camarões. Naquele dia aprendeu um pouco mais.
Conhecia o pastel de nata, tinha comido em Angola. É bom, tem coco. Não tem, tem, não tem, e ontem à noite, entre dois Pasteis de Belém, disse que eram melhores que o de Angola, que o de coco.
Em Évora, isto é a praça do Giraldo, armado em turista, quem foi o Giraldo?, e apercebemo-nos, não eu, que não estava lá, que nunca nos passou pela cabeça perguntar, tentar saber, Giraldo? Não sei, ninguém sabe. Vamos embora. Monsaraz.
A restante semana foi por aí, entre o nascer e o pôr-do-sol, não eu, só tive a sorte de ter estado presente em alguns dos dias e de me ter despedido ontem, depois de jantar, quase de madrugada, numa das praias da marginal.
O amigo giraldo chamava-se geraldo e tinha como alcunha o geraldo sem pavor. Reza que na época de D. Afonso Henriques era um grande homem com tomates e reconquistou Évora… Há tb o Giraldo sem pressas o gaijo que há mais de 15 anos anda por évora a tentar terminar o curso… ou não. Pena que por aí ninguem soubesse quanto a mim o mais engraçado é que todas as praças de évora com uma fonte, têm tantas bicas na fonte como o nº de ruas que dão acesso à praça onde ela está….
Obrigado Ana. Para a próxima já não tenho desculpa :)