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Há uns anos, ainda na universidade, o primeiro plano que marketing que fizemos foi para o Zé (há sempre um Zé e chama-se sempre Zé) conquistar a Maria (há sempre uma Maria… ou mais). Análise às tendências do mercado, análise SWOT, concorrência, factores críticos de sucesso, estratégia e objectivos (também financeiros)… estava lá tudo e de forma tão profissional que tal empreendimento só poderia ter acabado mal. Contudo, insistimos e continuámos nos planos. Temos planos para tudo, temos objectivos. Temos sempre objectivos. Por isso, não é de estranhar que, até neste Natal, o jantar seja diferente.

Dentro do nosso espírito de partilha, em vez de presentes ,…. tcham tcham tcham tcham…. tragam um objectivo vosso para 2007! Sentados à roda, entre uma broa e um cházinho :-) vamos ver os objectivos de cada um.

tenis novos

o meu amigo, o amigo que não tenho, o rapaz, ou homem, que não lhe conheço a idade, pediu-me novo favor propôs-me novo negócio (o outro). Precisa de comprar uns ténis, que um amigo está a vender, por 100 contos (3 euros). Perguntou se lhe podia dar o dinheiro e ele ficava-me a dever umas lavagens. Deixa lá as lavagens. Há sujidade que nunca sairá.

[a limpar os drafts]


espero que não tenham dado por isso

A minha vida, a parte dela que interessa para o post, se desse um filme seria um filme errado. Não há filmes certos ou errados, pensei, mas tal pensamento é mentira. Há. Não mentes. Nem eu. Mas o filme é mentira. O meu filme poderia ter um bom realizador, ser bom, muito muito bom se o sonhasse, ou muito mau, mas, o que quer que fosse, nesta dimensão, nunca deixaria de ser um filme errado.
Viste o Rambo?

Há outra situação. Lês-me antes de todos, eu sei, mas, na certeza de que nem tudo consegues ler, porque nada mais me aguenta aqui, … viste o Rambo?

Eu explico. Foi azar. Gosto de pensar que foi azar. Depois de um dia , uma vida, o que seja, fora de portas, regressou. A verdade, só dele, porque nunca ninguém o conseguiu ler, que nunca conseguiu lá chegar, nunca conseguiu entrar. Não em ti, não é disso. Na tua vida. Ah, sim, na tua vida. Há outra. Ah, sim!

Eu explico… um dia! Neste momento há um problema. Ponto.

Não me deixes
É preciso esquecer
Tudo se pode esquecer
Que já para trás ficou
Esquecer o tempo
Dos mal-entendidos
E o tempo perdido
A querer saber como
Esquecer essas horas
Que de tantos porquês
Por vezes matavam
A íntima felicidade

Jacques Brel

O amor, como no cinema.

«O Amor» é a 7ª emissão da série «Como no Cinema». Destaque para a actuação do Joana Grupo de Teatro na Rua Augusta em Lisboa; vozes de Fernando Alves, Aníbal Cabrita e Maria Azenha; canções e textos de Jacques Brel e Charles Trenet.

A lareira já está acesa e a primeira noite foi o que se esperava há muitas noites.
agora… continuar. Uma noite de cada vez.

Não é bem verdade, mas, ainda assim, amanhã já durmo na minha cama.
Ou não.

Sobre o leite derramado sabemos que não vale a pena chorar. Eu não choro. Não sobre o leite. Por isso, quando, à uma da manhã, me apercebi que tinha entornado uma enormidade de leite ao chão, fui-me deitar. Hoje é dia de limpezas. Não choramos, mas são poucas as asneiras que se resolvem com uma noite de sono.

Neste momento, há dois tipos de calças que me servem: as que vestia há 10 anos atrás e as que não tenho.

Este ano antes do “Jantar de Natal” já terei tido mais três ou quatro outros. A patuscada do emigrante no Bairro Alto aumenta a conta. Sábado, para começar bem a época natalícia, vou a Alvalade para a primeira ceia. Uma Bifana e uma imperial, se faz favor. Um dia destes, sair de lá com um presente debaixo do braço, faço-me sócio. Já estive mais longe. Chego sexta.

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Lost – Season 3
“I Do”

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