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  • “Misheard Lyrics” é estar numa página de “lyrics paroles” e ler “lyrics parolas”.
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  • O fim da prenda: espero que gostes
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  • (o meu) ar de cansado
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Uma prenda deve permanecer, durar um pouco mais. Uma prenda deve fazer a diferença. Uma prenda deve ser isto e aquilo, toda a gente sabe. Por tudo isso deixei de ir às compras na maior parte dos aniversários e, por tudo isso, há anos, tomei a decisão de oferecer livros, só livros, nada mais que livros. Por tudo isso e por uma questão de comodidade. Faz anos? Vai um livro… pouco depois, numa adenda que não consigo encontrar nos posts anteriores, decidi que só iria oferecer livros que já tivesse lido e que, paralelamente, por uma questão de respeito, iria ler todos os livros que me oferecessem. Se há poucas resoluções de que me orgulho de ter mantido, esta não é uma delas.
Neste momento, estou a ler uns vinte livros. Alguns são livros que comprei, outros são livros que me ofereceram, mas todos comecei a ler com o intuito de acabar. Se há intenção que conta é esta. Os livros têm a sua altura para serem lidos. Ninguém quer ler a Odisseia de Homero aos 14 anos. Eu sei que nem todos a querem ler aos 30. Tenta-se de novo aos 40. Além disso os livros precisam de ser mastigados, aos poucos, devagar, e depois digeridos. Há frases que leio e que me provocam tal azia quem nem 10 caixas de rennie conseguem resolver. De alguns livros é o título da capa, mas, são poucos. Acontece que, por tudo isto e mais algumas coisas, tenho-me visto forçado a oferecer livros que não li e isso custa-me. O livro tem de fazer sentido, tem de haver algo, uma linha que seja, um rumo, uma luz, uma estrela, por muito cadente que seja. E eu tenho de saber, mesmo que seja só eu a vê-la desaparecer sempre rápido demais.

Não sou budista. Não sou cristão, muito menos católico e penso, não poucas vezes, se serei alguma coisa. Sou do Benfica, talvez, porque nem isso é consensual, mas a verdade é que tenho cartão de sócio e sou baptizado. Talvez seja mesmo do Benfica e católico. Talvez não seja nada disto ou nada disto seja importante.

Mudam-nos a hora. Discordo.
Não é isso.

wordpress

Se há coisa de que eu gosto é do wordpress. Isto porque ontem recuperei os últimos anos do blogue e, assim que conseguir perceber como dar a volta a um plugin de que também gosto muito, actualizo isto tudo. Mas bom, mesmo bom, é o wordpress.

O dia hoje não começou bem para muita gente. Não falo de mim, obviamente. Fiquei em casa enquanto o Eng. Putin seguia para Mafra e centenas de carros, senão dezenas, encontravam-se parados com o intuito de atravessar a ponte. Quem também teve intuito, mas, desconfia-se, de se matar, foi um senhor, aqui da rua onde trabalho, que se atirou, de cabeça, da janela.
Se a janela não fosse no segundo nem o vidro do carro teria partido, quanto mais a cabeça.

* título (aproximado) de um outro post com uns dois anos. Pois é, o PES 2008 está aí.

acabar bem

Falar da vida que acaba, de relações, falar de acabar bem, como se não fosse possível. Se não me falha a memória* o filme “The Break-Up” é um mau filme que acaba bem. Cada um vai para seu lado. A vida tem finais felizes. Felicidade que não é forçada.
“As Velas Ardem Até ao Fim” termina como tem de terminar. A vida é assim.

* das expressões de que gosto

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