arrumar a questão
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Algures no Correio da Manhã de hoje.
Adorava ir ao concerto do Leonard. Por que nos contrataram para a mesma noite? (Lou Reed)
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Algures no Correio da Manhã de hoje.
Adorava ir ao concerto do Leonard. Por que nos contrataram para a mesma noite? (Lou Reed)
Leonard Cohen, na idade em que hoje a malta joga GTA, aprendeu a hipnotismo. Uma das primeiras experiências que fez foi com a a empregada doméstica dos pais. Depois de algumas tentativas, hipnotizou-a e fez com que ela se despisse. A arte, no entanto, não chegava para tudo e o feitiço só foi desfeito à estalada. Desde então, largou o hiptnotismo e dedicou-se à poesia. O efeito nas mulheres era o mesmo, mas incorporava menos risco. O resto é história.
* para Pedro Mexia
Fiquei um bocado agastado por não ter sido incluído nas individualidades que hoje, no Ípsilon, escolheram Leonard Cohen e não Lou Reed. A primeira razão é porque gosto de Leonard Cohen. A segunda é porque tenho um blogue. Posto isto, fica claro que não há razão para não aparecer. Porque ter opinião é o menos importante, cá vai a minha.
Conheci Leonard Cohen com um álbum de 1988 já nos anos 90. O principal culpado foi o Mário e, vingança seja feita, também ele vai ao concerto com um bilhete que me há-de pagar para saldar essa dívida antiga. I’m Your Man, o álbum de 1988, tratou do resto.
de todas as fotos que tenho no flickr, esta, que já aqui terá sido publicada, foi a 11ª mais visualizada, é a 3ª mais favoritada (sugestão para a próxima edição) e a mais comentada.
e isto deve servir para demonstrar qualquer coisa.
Já agora, os dois visitantes regulares deste blogue ficam a saber que a foto é de David Boswell, foi tirada em Vancouver a 20 de Outubro de 1978. davidboswell.ca. Os outros não.
Vejam estes três minutos (Nelson Mandela at 90).
O restante só se fizerem mesmo muita questão.
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Estava convencido, juraria a pés juntos, que algures nos mais de 2500 posts teria escrito ‘diletante’. Não sou diferente e, ainda assim, disto não serei nada.
Diletantes, diletantes! – Assim os que exercem uma ciência ou arte por amor a ela, por alegria, “per il loro diletto” [pelo seu deleite], são chamados com desprezo por aqueles que se consagram a tais coisas com vistas ao que ganham, porque seu objeto dileto é o dinheiro que têm a receber. Esse desdém se baseia na sua convicção desprezível de que ninguém se dedicaria a um assunto se não fosse impelido pela necessidade, pela fome ou por uma avidez semelhante. O público possui o mesmo espírito e, por conseguinte, a mesma opinião: daí provém seu respeito habitual pelas “pessoas da área” e sua desconfiança em relação aos diletantes. Na verdade, para o diletante, ao contrário, o assunto é o fim, e para o homem da área como tal, apenas um meio. No entanto, só se dedicará a um assunto com toda a seriedade alguém que esteja envolvido de modo imediato e que se ocupe dele com amor, “con amore” (Schopenhauer, em “A Arte de Escrever” [p. 23] — ou em “Parerga und Paralipomena”).
[daqui]
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Há alguém a conseguir ler isto através do bloglines, google reader ou outro que tal? Parece que o feed não está a funcionar. Parece que, com esta ajuda, o feed já está a funcionar. Vamos ver…