Feed on
Posts
Comments
  • We made too many wrong mistakes. (Yogi Berra)
    (0) | #


Isto foi há pouco mais de um ano. Há momentos verdadeiramente hilariantes.

política

Poucas vezes de falou de política neste blogue. Já fiz política. Já fiz campanha, já fiz discursos, já contei espingardas, as minhas e as do meu adversário, também amigo. Já fui a votos e ganhei, já fui a votos e perdi, e sempre que fui a votos ganhei mais quando perdi.
(de 06.01.2006 21:52)

Na verdade, nunca fiz política.

(e se as últimas semanas têm servido para alguma coisa, que tenham servido para isto)

No fim de semana vi o Burn After Reading. Gosto da Angelina Jolie, mas ainda mais do Brad Pitt.

Comecei a ler Brave New World, isto foi hoje, um livro que comprei na Amazon porque não o encontrei por cá na única livraria onde o procurei e porque o Midnight’s Children, outro que não encontrei nas várias e muitas livrarias que existem por cá (ah, não fui a nenhum alfarrabista), tem mais páginas e, desconfio, letras mais pequenas e porque já terminei o Indignation, do Philip Roth.
Burn after reading.

Markus não percebe.

Sem televisão em casa, embora não por opção, enterro-me nas últimas página de Indignation e nos primeiros episódios de New Amsterdam. John Amsterdam vive há 400 anos e está destinado a encontrar a morte na mulher da sua vida. Um amor eterno, dirão alguns, tentando fazer sentido.

Indignação

Não há condições. Antecipo a alvorada e, estremunhado, tento perceber, em inglês, o problema de Marcus. Neste livro todos falam inglês e, por vezes, às sete da manhã isso pode ser um problema. Porque, na verdade, Marcus não tem qualquer problema.

Marcus, aka Markie, is a nice Jewish boy. He is called nice by everyone, including himself. He works hard; he is a fine student; he is polite; he is a good athlete and the devoted helper of his father, who runs a kosher butcher shop in Newark.

O problema de Marcus, que não tem qualquer problema, é, enfim, um problema que extravasa a capacidade de resolução problemática actualmente existente por aí. Aqui sabe-se que um problema que não tem solução talvez não seja um problema. É um problema solução. O próprio problema resolve-se. Isto, claro, cria problemas de outra ordem. Como lidar com um problema que é em si a solução. Será que a solução é um problema?

  • Está longe de ser a melhor altura, mas vou mudar este blogue para outro domínio. Por exemplo, queistosejaesquecido.com. ou outro, ainda não sei. É mais fácil escolher uma rua para morar. A dois minutos do escritório? Pode ser. Só quero mudar o domínio, não o nome. Poderia ser queseja.com. Está disponível. esquecido.com não está. E alguém registou cozidoaportuguesa.com e esqueceu-se do bacalhaocomgrao.com. Uma verdadeira injustiça para com o fiel amigo. Não merecemos isto.
    (0) | #

lá de casa

votos

Que a vida vá correndo menos mal.
Dito assim, pode chocar, mas, assim dito, resume-se, espera-se, um dia, uma semana, mas não uma vida.

visualizing the Bible

« Newer Posts - Older Posts »