como se fosse um sonho
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há quem sonhe como se quisesse viver
há quem queira viver como se fosse um sonho.
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há quem sonhe como se quisesse viver
há quem queira viver como se fosse um sonho.
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Foi em 1997 que a conheci. Mais importante do que o passado que temos é ainda conseguirmos viver o presente.
Leiam o blogue da Inês. Em Portugal, o que ela descreveu, não passou de uma nota de rodapé.
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Não tenho o hábito de ficar doente. Para além de uma óbvia doença do foro psicológico e de uma ou outra enxaqueca, que teima em aparecer, as minhas permanências na cama são o fruto da minha vontade. Por isso há um aspecto simpático em estar com febre. O chá. As torradas. E, não fosse morar sozinho, a cama.
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Hoje voltamos à festa. Desta vez vou ver.
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Porque é que se insiste que há um tempo para tudo quando na verdade não temos tempo para quase nada? Para acordar um dia e perceber que já não há tempo para viver?
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Há uns anos conheci a Carla. Está assinalada a data. Acerca disso ainda escreverei, mas não agora. A caminho de Leiria.
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Quinta
04h00 – Bar Hula Hula na Costa
04h30 – Cama
08h10 – De pé
10h30 – Leiria
14h00 – Aveiro
18h00 – Porto
21h00 – Porto – Jantar
24h00 – Cama
Sexta
08h30 – De pé
09h45 – Braga
14h00 – Aveiro
16h30 – Leiria
18h30 – Lisboa
Antes, a praia estava óptima.
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Não: não digas nada!
Supor o que dirá
A tua boca velada
É ouvi-lo já
É ouvi-lo melhor
Do que o dirias.
O que és não vem à flor
Das frases e dos dias.
És melhor do que tu.
Não digas nada: sê!
Graça do corpo nu
Que invisível se vê.
Fernando Pessoa
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Temos os problemas sem solução visível. Olhamos, mas não vemos. Os patamares são diferentes, a solução está lá, mas não a conseguimos ver. E o pior é que a maior parte das vezes bastaria fechar os olhos para conseguirmos ver sem necessidade de olhar.
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Os que conheço e os que quero conhecer.
Com o devido desconto. Na barra lateral.
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Não é tão raro como poderá parecer à primeira vista, mas volta e meia dou comigo a tentar descobrir se já vi determinado filme. Simplesmente não me lembro de o ter visto e as recordações que tenho do filme tanto parecem poder ter resultado da visualização de um trailer ou de uma qualquer conversa com amigos. Não há nada do filme que tenha ficado. Existem, contudo, outros que quase sei de cor as deixas sem ser necessário te-los visualizado várias vezes. E existem, ainda, aqueles que valem por um momento que seja, mas que nos acompanham o resto da vida.
Do The Talented Mr. Ripley guardo quatro coisas:
– My Funny Valentine
– Tu Vuo’ Fa L’Americano
– A forma como Jude Law escolheu a casa com vista para o mar.
– Gwyneth Paltrow
Todas elas extraordinárias.