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Trabalhar.

Dónde está el niño que yo fui,
sigue adentro de mí o se fue?

Sabe que no lo quise nunca
y que tampoco me quería?

Por qué anduvimos tanto tiempo
creciendo para separarnos?

Por qué no morimos los dos
cuando mi infancia se murió?

Y si el alma se me cayó
por qué me sigue el esqueleto?

Onde está o menino que eu fui,
vive inda em mim ou foi-se embora?

Sabe que eu nunca lhe quis
e que ele tão-pouco me queria?

Porque andámos tanto tempo
a crescer para nos separarmos?

Porque não morremos os dois
quando morreu a minha infância?

E se a alma caiu de mim,
porque me segue o esqueleto?

Pablo Neruda

Por tudo. Por tudo o que passou. Pelo que há-de vir. Pelos risos. Pela luta. Pela vida. Por seres minha mãe.

Li no Público. No Causa Nossa também já lá está a informação.

O blogue do Mário está aí. Para todos, mas mais para uns do que para outros. Mais para quem não vai votar nele. Como eu.

por aí…

como diria a ‘vó Carmo
se ambas as duas gostaram, deixa lá ver o que se passa por ali.
Depois fui ao controversa maresia.
Agora, olhei para as horas e já ando nisto há…

é melhor não dizer. Logo hoje que acordei às 6h00 e cheguei ao escritório às 7h00.

por aí…

Eu também gostei de ler.

na rua onde vives
perco-me em cada passo que dou

a segunda melhor invenção do homem veio para o escritório

sms

Há alturas em que faço por esquecer que não existimos e vivo o aglomerado de intenções em que nos tornámos. Amo-te para a vida. Sempre

Para ti.

Se um dia me descobrires, aqui, neste canto, avisa-me. Mesmo. Sei que, se descobrires, saberás quem sou. Sei que, se descobrires, saberás quem és.

Harpa

(…)
– Que eu seja apenas Som que um outro cante
e, na renúncia de mim,
igual a mim um dia me alevante!…

Sebastião da Gama

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