A 16 de Janeiro de 1605 começou a ser comercionalizada e primeira edição de “Dom Quixote de la Mancha”. Em Portugal os 400 anos têm sido assinalados por edições da obra com mais ou menos categoria. Eu estou de olho nesta.
A propósito, do musical, Man Of La Mancha, a música.
To dream the impossible dream
To fight the unbeatable foe
To bear with unbearable sorrow
To run where the brave dare not go
To right the unrightable wrong
To love pure and chaste from afar
To try when your arms are too weary
To reach the unreachable star
This is my quest
To follow that star
No matter how hopeless
No matter how far
To fight for the right
Without question or pause
To be willing to march into Hell
For a heavenly cause
And I know if I’ll only be true
To this glorious quest
That my heart will lie peaceful and calm
When I’m laid to my rest
And the world will be better for this
That one man, scorned and covered with scars
Still strove with his last ounce of courage
To reach the unreachable star
[Uma versão em português]
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Não vale a pena passar o dia neste blogue.
A sério.
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Há uns anos deixei de fumar. Num dia, tão normal quanto qualquer outro, decidi que seria o último em que fumava. Nesse dia não fumei nem mais nem menos do que num dia normal e quando acordei, no dia seguinte, |
ainda tinha alguns cigarros no maço. Saí de casa com o maço no bolso. Não podia deixar de fumar por não ter cigarros disponíveis. A força teria de estar em mim e mesmo com cigarros no bolso teria de ser capaz de não fumar. Deixei.
Já não sei do maço.
Não me tornei num anti-tagabista que a cada oportunidade dá sermões aos amigos e conhecidos.
Não me repulsa o cheiro do tabaco.
Nada mudou.
Simplesmente, há uns anos deixei de fumar.
World No Tobacco Day
4 comentários »
Vet: Tem aqui o número. Poderá ter problemas comportamentais.
Ele: E acha que me poderá ajudar?
Vet: Acho que só trabalha com cães.
A veterinária diz que o meu cão poderá ter problemas comportamentais e deu o número de um psicólogo de cães. Agradeci e lá fomos os dois para a nave espacial.
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há quem sonhe como se quisesse viver
há quem queira viver como se fosse um sonho.
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Foi em 1997 que a conheci. Mais importante do que o passado que temos é ainda conseguirmos viver o presente.
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Leiam o blogue da Inês. Em Portugal, o que ela descreveu, não passou de uma nota de rodapé.
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Não tenho o hábito de ficar doente. Para além de uma óbvia doença do foro psicológico e de uma ou outra enxaqueca, que teima em aparecer, as minhas permanências na cama são o fruto da minha vontade. Por isso há um aspecto simpático em estar com febre. O chá. As torradas. E, não fosse morar sozinho, a cama.
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