closed for the weekend
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adstringente
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There’s wind that blows in from the north.
And it says that loving takes this course.
Come here. Come here.
No I’m not impossible to touch I have never wanted you so much.
Come here. Come here.
Have I never laid down by your side.
Baby, let’s forget about this pride.
Come here. Come here.
Well I’m in no hurry. Don’t have to run away this time.
I know you’re timid.
But it’s gonna be all right this time.
Before…
Kath Bloom
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Já deixei de ler blogues pela simples razão de ser amigo de quem escreve. Já deixei de escrever por ser amigo de quem me lê.
Se cada dia é um novo princípio, que tudo recomece. Não quero que ninguém me conheça nem quero conhecer ninguém. Não pelo blogue.
– Então, quais os vinhos que preferem?
– Do que eu gosto mesmo mesmo… é do dão! gosto muito dos vinhos que me dão.
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Bom dia!
Se é a tua primeira vez, o blogue começa e acaba aqui. Sem drama. Não fiques preocupado. Eu não fico.
Na maior parte das vezes que vou a um blogue desconhecido, leio os posts que estão visíveis e, se voltar no dia seguinte, leio as novidades.
Salvo raras excepções vou aos arquivos.
Salvo raras excepções começo pelo principio… ou pelo fim, como preferirem.
Porquê? Ou porque já conheço o blogger ou passo a/vou/quero conhecer. ou porque é um blogger verdadeiramente virtuoso. Podem ser muitos, mas conheço poucos. São blogues, ou bloggers, em que apetece sempre começar pelo fim, ou pelo princípio, como preferirem. Perdermo-nos nos arquivos e voltamos regularmente, não necessariamente todos os dias, mas há sempre uma altura em que nos queremos perder nas suas palavras. Estas são as excepções que identifico.
Longe que estou de ser um blogger virtuoso, é natural que tu, que é a primeira vez que cá vens, leias mais meia dúzia de posts e, se tiver sorte, voltes cá outro dia. O blogue, para ti, começa aqui. Começa hoje.
Este post acaba amanhã… com pouco mais, mas um novo começo para alguns.
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Há sempre alguma coisa que se perde quando os amantes, nos telefonemas, deixam de começar o diálogo com um ‘como estás?’ e passam a utilizar ‘onde estás?’
normalmente é a relação
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Detesto contagens decrescentes.
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Oiço o que a Maya diz como quem vê um filme do James Bond, mas com menos interesse. Se tirarmos as ‘tangas’ do Bond ficamos com as Bond Girls. Se tirarmos as ‘tangas’ à Maya ficamos com a Maya.
Mesmo assim, a Sheila, que é mulher (comentário altamente sexista…), acredita em signos e nessas coisas… ah e tal e diz que sou assim. um carneiro
Traços gerais
Os nativos de Carneiro são dinâmicos, perspicazes e arrojados. O seu temperamento forte e explosivo leva-os a paixões avassaladoras e fugazes, que se desvanecem à mínima contrariedade.
São líderes natos e um pouco frios no que respeita à sua área profissional. Têm uma mente agitada e imaginativa e não olham a meios para atingir os fins.
São impulsivos e agem muitas vezes sem pensar, pelo que por vezes cometem erros desnecessários.
Apesar de parecerem egoístas e egocêntricos, tal não corresponde à verdade, uma vez que, quando se apercebem dos problemas alheios fazem tudo para poder solucioná-los.
Têm um espírito muito competitivo e não cruzam os braços perante uma derrota, pois detestam perder.
Homem
O Homem de Carneiro é ardente e apaixonado, gosta de viver fortes emoções e despreza a monotonia.
Imaginativo, está sempre com ideias novas e arrojadas, provenientes da sua personalidade jovem e criativa.
Dotado de uma auto-confiança fora de série, pensa que tem sempre razão, é intolerante e inflexível o que por vezes leva a que o vejam como um ser prepotente e pretensioso.
Quando se apaixona pensa que é para toda a vida e faz todos os possíveis por manter acesa a chama da paixão, no entanto quando esta acaba, recomeça tudo de novo, com um novo amor ainda mais forte e ardente.
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escrevo porque me lêem
deixo de escrever pela mesma razão
quando escrevo, sempre que escrevo, pondero quem me lê
que é diferente
por vezes escrevo porque sei quem lê
deixo de escrever pela mesma razão
infelizmente, aqui,
há muito que isto é mentira
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O BPN perguntou-me hoje, na capa do DN, se já encontrei o meu carro-metade.
Não, mas vou fazer-lhe um test-drive no sábado.
Depois de ter criado o conceito de sangria com sumo de laranja, fruta, uns paus de canela e uma garrafa de Barca Velha, alguém achou por bem que tirasse um curso de vinhos. A mim não pareceu mal. Começa hoje.