Post-it .13
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Escrever o óbvio é tido, por vezes, quase como uma forma de pleonasmo. Para quê?, se é óbvio?
É óbvio que sou contra a forma como têm decorrido o direito à indignação no caso das caricaturas de Maomé. É óbvio que sou absolutamente a favor da liberdade de expressão. É óbvio que subscrevo o texto e que também discordo dos termos do comunicado. É óbvio para mim.
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De que música gostas? Não sabes? Eles sabem… é o The Music Genome Project
Já a minha mãe estava a caminho do hospital quando decidiu que não queria que eu nascesse numa sexta-feira. Fosse eu a conduzir e a história seria outra, mas, não sendo, não foi nessa sexta-feira, dia de azar, que nasci. A muito custo, nasci na terça-feira seguinte. Não consta que nenhum azar atormente os nascidos a uma terça-feira, mas era dia 13. Olha… Azar.
Maternidade – Almada Negreiros
Mãe!
Vem ouvir a minha cabeça a contar histórias ricas que ainda não viajei!
Traz tinta encarnada para escrever estas coisas! Tinta cor de sangue, sangue! Verdadeiro, encarnado!
Mãe! Passa a tua mão pela minha cabeça!
Eu ainda não fiz viagens e a minha cabeça não se lembra senão de viagens! Eu vou viajar. Tenho sede! Eu prometo saber viajar.
Quando voltar é para subir os degraus da tua casa, um por um. Eu vou aprender de cor os degraus da nossa casa. Depois venho sentar-me a teu lado. Tu a coseres e eu a contar-te as minhas viagens, aquelas que eu viajei, tão parecidas com as que não viajei, escritas ambas com as mesmas palavras.
Mãe! Ata as tuas mãos às minhas e dá um nó cego muito apertado! Eu quero ser qualquer coisa da nossa casa. Como a mesa. Eu também quero ter um feitio, um feitio que sirva exactamente para a nossa casa, como a mesa.
Mãe! Passa a tua mão pela minha cabeça!
Quando passas a tua mão pela minha cabeça é tudo tão verdade!
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Quando deixei de utilizar o blogger consegui importar todos os posts publicados, mas os drafts ficaram por lá. Hoje, ao passar os olhos por palavras que não chegaram a ver a luz do dia, percebo que a história, a minha, é melhor contada pelo que ninguém leu e que eu já esqueci.
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Tags: Dúvidas
t&v, se eu fosse dançar sei o que faria. Dia ou de noite, neutro, desconhecidos, não interessa. Se eu fosse dançar a 300km de distância sei o que lhe diria.
… nao me digas nada sem antes nos beijarmos
Porque todos precisamos de certezas, só depois abriria a porta a todas as dúvidas.
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disseram-me que é tanga… histórias da imaginação
não acredito.
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Várias razões concorrem para o facto de ser amigo de todas as minhas ex namoradas.
A principal é ter deixado de namorar com todas elas
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gosto de conversar contigo.
fico sempre com novas ideias para posts…
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Há sempre alguma coisa que se perde quando os amantes deixam de telefonar para ouvir a voz um do outro e passam a telefonar, simplesmente, porque está na hora.
normalmente é a relação