Por cima de mim, desta cama onde me deito, há uma ventoinha. (Só por causa das dúvidas,) encontra-se no tecto. (Eu talvez tivesse escolhido um espelho.) Tem pouco de colonial, as pás são brancas, mas eu não tenho idade sequer para desejar diferente. Nem este calor me permite. O diferente não existe e estas autorizam-me o sono. O problema? Continuo acordado.