que isto seja esquecido

TODO-O-MUNDO – Philip Roth

Todo o Mundo Philip Roth- A morbidez é a tua ausência.
Se não o disse, talvez tenha pensado. A morte de todos os dias, de todos os dias em que alguém morre, passa a ser a vida. Chega o momento de enfrentar os fantasmas do passado, do passado em que essa morte, também nossa, nem sequer se atrevia a ser miragem. Tristes encruzilhadas em que seguimos o caminho mais fácil. Mas agora o peso da mentira é maior que a dor da verdade e a verdade, também ela, já morreu.

Está ali um rapaz de dezassete anos. Morreu num desastre de automóvel. Os amigos vêm cá pôr-lhe latas de cerveja em cima da campa. Ou uma cana de pesca. Gostava de pescar. (Todo-o-Mundo. Philip Roth)


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[...] Apostei forte (porque gostei, não só porque gostei, mas acima de tudo porque gostei e porque deixei de gostar de oferecer livros que nem sequer li) porque comecei a sentir a que nesta competição já levava demasiados livros de avanço. Não que me importe (…) de perder para ti, mas repara que eu não só gostei de todos os que me sugeriste como fiz questão de reencaminhar alguns do que continuam perdidos nos arquivos. – Vais gostar. Ainda bem que gostaste. “Envelheceremos juntos.“ [...]

Posted by Envelheceremos juntos on 3 September 2007 @ 4pm