Parece que hoje a Fnac está em festa. Desde os dias dos muitos posts a dizer mal da Fnac por causa dos 10% e do cartão cliente que eu fiquei com azia e também particularmente atento ao que de muito bom a Fnac tem. A azia passou, mas eu que não sou de vir para [...]
(Lembras-te disto?) If there were ever a time to dare, To make a difference, To embark on something worth doing, It is now. Not for any grand cause, necessarily, But for something that tugs at your heart, Something that’s your aspiration, Something that’s your dream. You owe it to yourself, to make your days here [...]
Foi por causa de notícias destas que decidi comprar, na Fnac (herege!) online (ah!), o último livro de Herberto Helder. O preço de editor está nos 20 euros e a Fnac (herege!) online (ah!) vende por 18 euros. 10% de desconto, contas assim por alto, e nem sequer é preciso cartão de cliente. Paguei 3.5 [...]
e sobre o que fica.
Foto: Berlim [TP] Entre os teus lábios é que a loucura acode, desce à garganta, invade a água. No teu peito é que o pólen do fogo se junta à nascente, alastra na sombra. Nos teus flancos é que a fonte começa a ser rio de abelhas, rumor de tigre. Da cintura aos joelhos é [...]
Because what I want most is permanence, The long unwinding and continuous flow Of subterranean rivers out of sense, That nourish arid landscapes with their blue– Poetry, prayer, or call it what you choose That frees the complicated act of will And makes the whole world both intense and still– I set my mind to [...]
QUE ISTO SEJA ESQUECIDO Que isto seja esquecido como uma flor, ou como fogo de áureo gorjeio que ninguém já relembre… É bom amigo, o tempo, que nos traz a velhice. que isto seja esquecido e para todo o sempre. E se alguém perguntar, dize – foi esquecido há muito, muito tempo, como uma flor, [...]
Se estou sozinha na neve é óbvio que sou um relógio de outro modo como poderia a eternidade deslizar Inger Christensen (n. 1935) Dinamarca Trad.: José Alberto Oliveira
Estudo Através da janela mando a negra razão falar com a paisagem. Ernst Meister (1911-1979) Alemanha Trad.: João Barrento
o amor é um cão do inferno Aqui estou bêbado outra vez às 3 da manhã no fim da minha 2ª garrafa de vinho, escrevi entre doze a 15 páginas de poesia um velho enlouquecido pelo corpo de jovens raparigas no fim da vida fígado parado rins a caminho pâncreas estafado tensão arterial baixa enquanto [...]
© que isto seja esquecido. Powered by WordPress using the DePo Skinny Theme.