O livro é “por aqui e por ali“, assim, a bold (ou negrito, como preferirem), como está na capa, mas poderia ser outro qualquer. Para escrever verdade, talvez seja abusivo dizer que poderia ser qualquer outro, ou outro qualquer, sendo este o terceiro livro dele que tenho nas mãos, mas, ainda assim, arrisco: poderia ser outro qualquer. Sorte tenho de não me cruzar mais vezes com os seus livros nas montras das livrarias por onde passo (sim, normalmente não entro).
Os livros de Bill Bryson, todos os dois que li e o terceiro que comprei hoje e estou quase a terminar, são fartar da rir (assim mesmo). E há quem diga que eu nem li os melhores. Interessa pouco, se forem os piores são muito bons e, depois do Philip Roth, são a leitura ideal.
Ah, e segundo parece, ouvi dizer, são histórias verídicas…
Encontrei Katz no restaurante, ele também parecia laudavelmente confiante. Isto, porque tinha feito uma amiga – uma empregada de mesa chamada Rayette, que estava a servi-lo de um modo claramente galanteador. (…)
- Oh, eu gosto de um homem que aprecie panquecas – Rayette murmurou.
(…)
Ela afastou-se para atender um cliente distante enquanto Katz a observou com um certo orgulho paternal.
- Ela é bastante feia, não é? – perguntou com um largo e incongruente sorriso.
Procurei ser diplomático.
- Bem, só quando comparada com outras mulheres.



