Acabo todos os anos com a sensação de que deveria ter ido mais ao teatro. Este ano, não sendo nisso uma excepção, termina com uma ligeira diferença: fui ao teatro. Assim de repente, fui ver aquele que é considerado por muitos (procurem vocês) o melhor grupo teatral do mundo, Berliner Ensemble, fui, também em Almada, [...]
Escreve-se pouco sobre a morte. Fala-se menos. Sobre a nossa, então, nunca. Por isso surpreenderam dois artigos de opinião no jornal Público de Sábado e este post de José Saramago. sinto-me vivo, vivíssimo, quando, por uma razão ou por outra, tenho de falar da morte… A morte não tem de ser lúgubre. Cá voltaremos.
Ontem vimos o filme do livro. A sala estava assustada e o sentimento não pode ter sido diferente daquele que antecede a aterragem de um avião. O coração pára sempre um bocado. Quando a sala, desculpem, quando os passageiros se apercebem que já é difícil aquilo correr mal há sempre lugar ao suspiro de alívio, [...]
A tempo, O Caderno de Saramago mudou de morada. Já tem feed, é wordpress e tem um só post na página principal. Um blog como a vida: um dia de cada vez.
Vi-me forçado a interromper a leitura de Leonard Cohen para arrumar com o “Ensaio sobre a Cegueira”. O filme abre, amanhã, o Festival de Cannes. Sobre o livro, não destrói nada de significativo, mas gostei. Talvez tanto quanto gostei de “Todos os Nomes”. Talvez. A esta distância, já é difícil lembrar-me de que o li. [...]
© que isto seja esquecido. Powered by WordPress using the DePo Skinny Theme.