A minha vida, a parte dela que interessa para o post, se desse um filme seria um filme errado. Não há filmes certos ou errados, pensei, mas tal pensamento é mentira. Há. Não mentes. Nem eu. Mas o filme é mentira. O meu filme poderia ter um bom realizador, ser bom, muito muito bom se o sonhasse, ou muito mau, mas, o que quer que fosse, nesta dimensão, nunca deixaria de ser um filme errado.
Viste o Rambo?
Há outra situação. Lês-me antes de todos, eu sei, mas, na certeza de que nem tudo consegues ler, porque nada mais me aguenta aqui, … viste o Rambo?
Eu explico. Foi azar. Gosto de pensar que foi azar. Depois de um dia , uma vida, o que seja, fora de portas, regressou. A verdade, só dele, porque nunca ninguém o conseguiu ler, que nunca conseguiu lá chegar, nunca conseguiu entrar. Não em ti, não é disso. Na tua vida. Ah, sim, na tua vida. Há outra. Ah, sim!
Eu explico… um dia! Neste momento há um problema. Ponto.

