Surveillance: acho que merece uma segunda oportunidade. A filha, não o filme.
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The Dark Night (O Cavaleiro das Trevas)
The Dark Night: e a cada filme que passa mais eu gosto do Batman.
O Meu Irmão é Filho Único (Mi Hermano Es Hijo Único)
Mi Hermano Es Hijo Único: deste acho que gostámos.
La graine et le mulet (O SEGREDO DE UM CUSCUZ)
La graine et le mulet: fica algures entre o muito bom e o nunca mais acaba.
Wanted (Procurado)
Wanted: not.
Tropa de Elite
Tropa de Elite: dentro do género, que não sei qual é, está muito bom.
Kung Fu Panda (O Panda do Kung Fu)
Kung Fu Panda: já vi piores.
declaração de amor
Deixo de escrever quando deixa de fazer sentido. Nada de novo.
Este fim-de-semana fui ver Peer Gynt. Fui duas vezes ao cinema (Mio fratello è figlio unico e Wanted). Vi The National e Bob Dylan, mas não tive paciência para ir ver Neil Young que, segundo escrevem no Público, foi o melhor concerto do festival. Azar. No próximo sábado Leonard Cohen. Depois praia.
Costumo dizer que a eternidade mede-se no presente. Isto quer dizer que, embora não saiba o dia de amanhã, sei que amanhã o meu dia é contigo.
The savages
Um filme cru. Não me fez melhor pessoa, acho que não passa por aí. Acima de tudo, é um filme sobre pessoas que querem ser melhores. Todos temos uma ideia clara daquilo que não queremos ser, do monstro em que não nos queremos tornar. O filme é sobre esse monstro. O monstro que vive e o monstro que sobrevive. O monstro que vive e que não somos nós. É sempre outro. O monstro que sobrevive e que, esse sim, nos hiberna durante vidas inteiras. Um filme sobre nós. Eles. Um filme sobre eles e sobre os monstros presentes e passados. Uma história onde ninguém se revê, mesmo que o espelho nunca saia da frente. Afinal, há monstros que ninguém quer acordar.
Tem um final feliz. Claro.
Juno
Juno: um filme bonito.