que isto seja esquecido

Indignação

Não há condições. Antecipo a alvorada e, estremunhado, tento perceber, em inglês, o problema de Marcus. Neste livro todos falam inglês e, por vezes, às sete da manhã isso pode ser um problema. Porque, na verdade, Marcus não tem qualquer problema.

Marcus, aka Markie, is a nice Jewish boy. He is called nice by everyone, including himself. He works hard; he is a fine student; he is polite; he is a good athlete and the devoted helper of his father, who runs a kosher butcher shop in Newark.

O problema de Marcus, que não tem qualquer problema, é, enfim, um problema que extravasa a capacidade de resolução problemática actualmente existente por aí. Aqui sabe-se que um problema que não tem solução talvez não seja um problema. É um problema solução. O próprio problema resolve-se. Isto, claro, cria problemas de outra ordem. Como lidar com um problema que é em si a solução. Será que a solução é um problema?