Por favor, diz-me quem és tu, de novo?
(Quem és tu, de novo? - 1997)
Por favor, diz-me quem és tu, de novo?
(Quem és tu, de novo? - 1997)
Sim, meu amor, está bem meu amor
Eu sei que tu tens razão
Dizia-te eu, às vezes, para acabar
Com a discussão…
E lá íamos vivendo,
Entre dois copos e um bom colchão,
Um futuro à nossa frente
E muito amor para mostrar a toda a gente.
Como era bem vivermos a [...]
Um dia destes vou ser uma faca qualquer
vou dilacerar a voz da razão
Asfixiá-la, arrancá-la do seu pedestral
Vê-la estremecer dentro do meu eu
(Poema Flipão - 1975)
Eu não me afundo mais
Na vida que eu não quis
E vou tentar outro país
Já chega de ilusões
Estou farto de tradições
Que nos impedem de pensar
(Já chega de ilusões - 1975)
Anoiteceu
Acho que é tempo de pensar
Mas hoje estou tão fatigado
Outro cigarro
Outra imperial
agora já me sinto melhor
Ah, se eu pudesse arranjar o mundo
(…)
Porra, já está
Aguentei outro dia
(Monólogo de um cidadão frustrado - 1975)
Põe-me o braço no ombro
Eu preciso de alguém
Dou-me com toda a gente
E não me dou a ninguém
Frágil
Sinto-me frágil
(Bairro do Amor - 1989)
És a construção do meu poema
És a vastidão da minha voz
És a ilusão, és minha pena
(Dimensão - 1973)
Enfrenta a verdade, sorri na derrota
(…)
Destrói as muralhas que encerram as esperança
(…)
Improvisa a despedida
Que a partida não demora
Como um homem só na vida
Frente ao tempo que o devora
(Poeta - 1973)
Aqui, neste cristal
Há um mundo de certezas
E as dúvidas ficam a ver-nos passar
(Deixem voar este sonho - 1975)
Agarras-te à hora em que o tempo não passou
Mergulhas nas cores que a loucura te emprestou
E quando te vês para lá do espelho
Encontras a solidão
(com uma viagem na palma da mão - 1975)
Já que a solidão te pode atordoar
E a manhã não vai ficar
Eternamente à tua espera
Improvisa um despertar
(Giselle - 1975)
Eu sou quem sou, tenho as minhas mãos abertas
Sei onde vou, sem algemas nem profetas.
(20 anos - 1973)
I gotta get you out of my mindIt’s just too crazy, you knowwalking ’round in circlesFeeling down and lowWe used to love each other, babyBut love is something you can’t saveI never meant to be your masterand i could never be your slave
Jorge PalmaLisboa, Fevereiro 1980
[Jorge Palma, hoje, no Du Arte Garden, Casino do Estoril, [...]
És o encontro na estrada, és a montanha e o pôr do solO vinho bebido em festa, és a papoila e o rouxinolÉs a minha maçã de Junho e a minha estrela polarSem ti eu não tenho norte, sem ti eu não sei amarSem ti eu não tenho norte, sem ti eu não sei amar
Jorge [...]
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