Não houve, em Maio de 1997, muita gente a ir ao Coliseu para ver Body Count. Alguma malta de Almada, diria eu. Pouco mais. Por outro lado, quando os cabeça de cartaz, Morphine, entraram na sala, não havia lugar para mais ninguém. Eu sei disso. Assisti ao concerto no corredor, sentado no chão, por [...]


