"Xiiiii… Sr. Doutor. Não quero estar a mentir.", repetia uma das testemunhas antes de lançar a sentença. Ah, não. A sentença é outra. Ele não podia mentir. [a fazer lembrar Moçambique]
"Xiiiii… Sr. Doutor. Não quero estar a mentir.", repetia uma das testemunhas antes de lançar a sentença. Ah, não. A sentença é outra. Ele não podia mentir. [a fazer lembrar Moçambique]
"Muito obrigado. Pode ir à sua vida"
Assim, a quase todas as testemunhas, depois do dever cumprido, nada mais do que a a sua vida, a dele, dizia o juiz, que a mais ninguém pertence.
"Muito obrigado. Faça favor de se sentar."
E ali fiquei eu e a vida que não deveria ser minha.
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