Este seria mais um post destinado ao lixo não fosse a receita à qual cheguei depois de ler que Leonard Cohen vai para o Rock and Roll Hall of Fame (atenção!, começam a sair algumas das datas da digressão de Leonard Cohen irá realizar este ano). Vem também a propósito de umas palavras que escrevi ontem sobre parte da minha curta existência em Moçambique.
A casa do Alex, por exemplo, não podia ir sem tempo. Deixava-lhe o carro a arranjar, mas isso era um pormenor insignificante. Havia sempre chá e, mais do que uma vez, comida. Num sábado, quase que estava a regressar a Portugal, fez-se um almoço, um dos almoços do Alex que começam cedo e acabam tarde. Peixe e carne, para que todos se pudessem servir três e quatro vezes, arroz, batatas, salada, sobremesa e, antes de tudo isso, Chumus, Hummus, Oumos ou Humus: uma pasta de grão-de-bico, fácil de fazer, de origem líbanesa, tal como ele.
e assim continuo
No mercado de Viena, no Naschmarkt, Chumus, Hummus, Oumos ou Humus existe em cada esquina, em cada montra e ali, neste fim de semana, regressei outra vez a Maputo. O Alex há-de continuar por lá, a vida está diferente, que as amizades nem sempre duram, mas o Chumus, Hummus, Oumos ou Humus, também um dia que o faça eu, será sempre dele (frase muito ranhosa!).
A Bimby é que deve fazer um bom Chumus, Hummus, Oumos ou Humus.