
Jesse: Do you believe in reincarnation?
Celine: Yeah. Yeah, it’s interesting.
Jesse: Yeah, right. Well, most people, you know, a lot of people talk about past lives and things like that, you know? And even if they don’t believe it in some specific way, you know, people have some kind of notion of an eternal soul, right?
Celine: Yeah.
Jesse: OK, well this was my thought: 50,000 years ago, there are not even a million people on the planet. 10,000 years ago, there’s, like, two million people on the planet. Now there’s between five and six billion people on the planet, right? Now, if we all have our own, like, individual, unique soul, right, where do they all come from? You know, are modern souls only a fraction of the original souls? ‘Cause if they are, that represents a 5,000 to 1 split of each soul in the last 50,000 years, which is, like, a blip in the Earth’s time. You know, so at best we’re like these tiny fractions of people, you know, walking…I mean, is that why we’re so scattered? You know, is that why we’re all so specialized?
Celine: I don’t know. Wait a minute, I’m not sure…I don’t…
Jesse: Yeah, hang on, hang on. It’s a, it’s a totally scattered thought. It…which is kind of why it makes sense.
-
Em Privado
- tpinhal (at) hotmail (.) com
-
onde também escrevo
-
tag cloud
asides A vida segundo... berlim Bob Dylan Buda budismo Cat Stevens cinema citação culinária Dúvidas escrita criativa Esoterismo eternidade Eugénio de Andrade Euro 2008 férias Fernando Pessoa Filmes firefox Fotos George Steiner Goliardos Jardim Jaleco Jorge Palma Leonard Cohen Livros Música Meia Maratona Moçambique Natal O que Elvis ouviria se fosse vivo peixe pesca pessoal Philip Roth Poesia rádio receitas Rosa do Mundo Sesimbra viagens vinho wordpress youtube
WP Cumulus Flash tag cloud by Roy Tanck requires Flash Player 9 or better.
7 Comments
Outro príncipe, este Etan Hawk. Desde o tempo do clube dos poetas mortos que sonho com o dia em que me aparecerá à porta de casa a dizer que quer fazer filhinhos comigo…
Adoro este filme. Por causa dele, não descansei enquanto não conheci Viena.
Esta é a conversa que decorre no eléctrico que vai percorrendo a cidade. Lindo.
afrodite… um filme para tolos. tolos.
Não é para tolos coisa nenhuma.
oh… a seguir vais dizer-me que acreditas no amor…
não. posso ser tola, mas não tanto.
ah :)
3 Trackbacks
[...] O melhor de Before Sunrise é o nascer do Sol. [...]
[...] Porto-Lisboa em conforto. A mim, que sempre encontrei o maior conforto no calor desumano das princesas deste mundo, enganaram-me. Nenhuma ? vista. Não do meu lugar. Além disso, vi o Before Sunrise, um filme que, se não é, devia ser baseado em factos verídicos. Mais do que filmes que se tornam realidade é necessário uma realidade que se torne em filme. Antes do amanhecer, de preferência. [...]
[...] Filmes, não precisa de ser no cinema, onde quer que seja, há sempre espaço para um, mas não pode ser qualquer um. A história de amor tem de lá estar e, de preferência, bem central, para não acabarmos sentados em casa, cerveja na mão, nós e os gatos, quem tiver, a ver e ouvir o Rocky a gritar “Adriaaaaaaaaaaaaaaannnn…” como se fosse a única mulher do mundo. É sempre a única, esse é um dos problemas. É uma bonita história de amor que quase nos leva ao tapete. E esse é outro dos problemas. No dia dos namorados, ninguém quer ir ao tapete. Uma história simples, como esta. Ajuda sempre. O problema das histórias simples, ou desta em particular, é fazer-nos acreditar que é possível. Viajar de Alfa Pendular nunca mais será o mesmo. Há um filme excelente para alimentar a frus-tra-ção. Na verdade, este também nos faz acreditar que é possível, mas só daqui a uns anos, quando já é tarde demais. Aliás, já é tarde demais. Não vale a pena. A minha sugestão para filme do dia dos namorados é “The Girl Next Door“. Uma história tão improvável quanto possível. É rebuscada, muito impossível de nos acontecer (a história), mas é linda (já não me estou a referir ? história) e uma mulher linda nunca é impossível, faz-nos rir e no fim pensamos: foi giro. Só isso! Foi giro! O filme ideal. [...]