Pontes .1

The Bridges of Madison County

Francesca: Robert, please. You don’t understand, no-one does. When a woman makes the choice to marry, to have children; in one way her life begins but in another way it stops. You build a life of details. You become a mother, a wife and you stop and stay steady so that your children can move. And when they leave they take your life of details with them. And then you’re expected move again only you don’t remember what moves you because no-one has asked in so long. Not even yourself. You never in your life think that love like this can happen to you.

Robert Kincaid: But now that you have it…

Francesca: I want to keep it forever. I want to love you the way I do now the rest of my life. Don’t you understand… we’ll lose it if we leave. I can’t make an entire life disappear to start a new one. All I can do is try to hold onto to both. Help me. Help me not lose loving you.

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  1. [...] Filmes, não precisa de ser no cinema, onde quer que seja, há sempre espaço para um, mas não pode ser qualquer um. A história de amor tem de lá estar e, de preferência, bem central, para não acabarmos sentados em casa, cerveja na mão, nós e os gatos, quem tiver, a ver e ouvir o Rocky a gritar “Adriaaaaaaaaaaaaaaannnn…” como se fosse a única mulher do mundo. É sempre a única, esse é um dos problemas. É uma bonita história de amor que quase nos leva ao tapete. E esse é outro dos problemas. No dia dos namorados, ninguém quer ir ao tapete. Uma história simples, como esta. Ajuda sempre. O problema das histórias simples, ou desta em particular, é fazer-nos acreditar que é possível. Viajar de Alfa Pendular nunca mais será o mesmo. Há um filme excelente para alimentar a frus-tra-ção. Na verdade, este também nos faz acreditar que é possível, mas só daqui a uns anos, quando já é tarde demais. Aliás, já é tarde demais. Não vale a pena. A minha sugestão para filme do dia dos namorados é “The Girl Next Door“. Uma história tão improvável quanto possível. É rebuscada, muito impossível de nos acontecer (a história), mas é linda (já não me estou a referir ? história) e uma mulher linda nunca é impossível, faz-nos rir e no fim pensamos: foi giro. Só isso! Foi giro! O filme ideal. [...]

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