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O primeiro amor, esse mesmo, o primeiro, só deve ter um de dois destinos: viver perpetuamente ou desaparecer como se nunca tivesse existido.

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2 Comments

  1. Posted 19.04.2006 at 09:46 | Permalink

    Gostei muito. Relinkarei na próxima actualização Do Portugal Profundo.

  2. Posted 20.04.2006 at 21:48 | Permalink

    Parece-me mais correcto o “desaparecer como se nunca tivesse existido”

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